A EXIGÊNCIA DO PERFIL DO FUNCIONÁRIO PERFEITO

O perfil do que se diz ser de um bom profissional, tanto para as empresas quanto para cada um de nós, passa por características de semideuses, onde devem existir absolutamente todas as características de um ser perfeito:

 

  • O profissional deve ser criativo, ter ótima comunicação, ser competente, disposto, ter grande poder de concentração, precisa saber mandar e saber receber ordens.
  • Deve ser um profissional que sabe ouvir e se colocar, sabe estimular o crescimento do grupo e dos indivíduos além de almejar, para si e para a empresa, o crescimento.
  • Tem muito boa aparência e alto grau de compreensão do comportamento humano, pois deve saber lidar com ataques histéricos de seus patrões sem se abalar.
  • Deve aceitar quando for colocado sobre os seus ombros a responsabilidade de um erro que na verdade não lhe compete, pois tem alto grau de tolerância e um emocional impecável e saberá discernir, esclarecer e apaziguar o conflito, sem se abalar.
  • Deve sempre estar pronto para se dedicar de corpo e alma a empresa, sem hora para terminar um serviço e jamais deixar que seus problemas pessoais interfiram em seu trabalho.
  • Precisa saber lidar com as constantes frustrações positivamente e jamais temer, pois tem confiança, coragem, ímpeto, bom humor e vitalidade contagiante.
  • Não fica doente, não fica cansado, não falta nunca ao trabalho, e com prazer, trabalha durante suas férias quando requisitado. Quando se tratar de uma mulher, que não tenha filhos, preferivelmente, e que não engravide nunca.
  • E o mais importante, não ganhe nem peça mais do que a empresa esteja disposta a pagar.

Existem também inúmeros padrões para os comportamentos familiares e pessoais, onde são estabelecidos padrões para o comportamento ideal dos pais com os filhos, dos filhos com os pais, padrões para as amizades, para os relacionamentos amorosos, enfim, temos padrões e caixinhas fechadas em todos os setores de nossas vidas, onde devemos nos encaixar de uma forma ou de outra.

Como então, não se exigir tanto nem ter medo ou se sentir frustrado e inadequado diante de tantos padrões de perfeição?

Clique e veja como tentar evitar que o estresse te sobrecarregue

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O QUE É O ESTRESSE NO TRABALHO

As reações graves ao estresse representam alguns dos acidentes de trabalho mais registrados pela Previdência Social (Banco de imagens / sxc.hu)

O estresse não é propriamente uma doença e sim, um estado do organismo quando submetido ao esforço e à tensão. Numa situação estressante, o corpo sofre reações químicas normais que preparam o organismo para enfrentar a situação.

O prejuízo entretanto acontece, quando as situações  estressantes são contínuas e o organismo começa a sofrer com as constantes reações químicas que se sucedem, sem que haja tempo para a eliminação dessas substâncias e sem o tempo necessário para o  descanso e recuperação física e emocional.

SINTOMAS DO ESTRESSE

Exatamente por não ser uma doença propriamente, os sintomas do estresse são indefinidos e ao mesmo tempo abrangentes. Podem ir desde uma dor de cabeça, distúrbios do sono, irritabilidade, cansaço, dificuldade de concentração ou tensão muscular, a dificuldades respiratórias, dificuldade de memória, problemas digestivos, pressão alta, problemas cardíacos, e até mesmo distúrbios psíquicos como síndromes, depressão e pânico.

Fique atento aos seguintes sintomas:

1- Se demonstra sinais de cansaço constante, dores musculares, dores de cabeça e resfriados, além da pressão alterada. Problemas gastrointestinais, distúrbio do sono ou qualquer distúrbio ou incômodo que persista por um período mais longo do que quatro a cinco dias.
Atenção também ao estado mental e emocional!

2- Como está o nível de tolerância, ânimo e atenção.
Irritabilidade, desânimo, falta de concentração.
3- Ao notarmos também que os pensamentos estão confusos, que esquecemos coisas simples e cotidianas, que nosso estado emocional está oscilando, é hora de assumirmos que precisamos cuidar e prestar mais atenção a nós mesmos urgentemente!

O estresse pode ser desencadeado por grandes e pontuais motivos, como também por inúmeros e pequenos motivos que vão se acumulando, sem que possamos perceber quando teve início.
Seja como for, a mensagem clara que nossos sistemas físico, emocional e mental estão nos enviando é a de que passamos do nosso limite!

Vejam matéria que feita pela Jornal Hoje – http://globotv.globo.com/rede-globo/jornal-hoje/t/edicoes/v/brasileiro-e-o-profissional-mais-estressado-do-mundo-revela-estudo/3021876/

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Nelson Mandela: 8 Lições De Sabedoria


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1 – Coragem não é ausência de medo -Nenhum de nós nasce corajoso, diz Mandela. Tudo está na maneira como reagimos a diferentes situações.

Embora possa surpreender as pessoas que o conhecem apenas como um ícone, Stengel diz que Mandela contou ter tido medo diversas vezes: durante o julgamento de Rivonia, que o sentenciou à prisão perpétua, quando os carcereiros na Ilha Robben ameaçaram espancá-lo, quando era um fugitivo conhecido na imprensa como “Pimpinela Negro”, quando secretamente começou a negociar com o governo. Coragem não é ausência de medo, ele dizia. É aprender a superá-lo. Finja que você é corajoso e você se torna corajoso

2 – Seja ponderado – No meio de situações turbulentas, Mandela é calmo e procura a calma nos outros. Um homem que foi seu companheiro de prisão durante os quase 30 anos em que ele esteve preso diz que só o viu bravo duas vezes – e ambas envolviam carcereiros insultando sua mulher.

Pensamos em temperamento como algo com o qual nascemos. Mas, no caso de Mandela, foi algo formado. Quando jovem, ele era cabeça quente e facilmente incitável à raiva. O homem que saiu da prisão era o oposto disso – quase impossível exaspera-lo. Ele esperava antes de tomar decisões. “Não se apresse”, ele dizia, “pense, analise, então aja”

3 – Lidere na frente – Mandela liderou a Liga Jovem do CNA, o Congresso Nacional Africano, coordenou a Campanha do Desafio, em 1952, comandou a decisão de abraçar a luta armada e desafiou o governo a enforcá-lo no Julgamento de Rivonia, em 1963-1964, que o condenou à prisão perpétua. Na prisão, na década de 1980, foi dele a iniciativa de negociar com o governo branco.

“É absolutamente necessário, às vezes, o líder agir independentemente, sem consultar ninguém, e apresentar o que fez à organização”, ele diz. O que significa também ser responsável e assumir as consequências. Sua concepção é a de que líderes devem não apenas liderar, devem ser visto liderando

4 – Lidere na retaguarda – Mandela sabia que não há nada que faça outra pessoa gostar mais de você do que lhe pedir sua ajuda – quando você reconhece a opinião dos outros, aumenta a lealdade deles a você. Sabia que não podia estar sempre na frente e que seu objetivo poderia morrer, a menos que permitisse que outros liderassem.

Certa vez, usou uma parábola para explicar sua ideia de liderança: quando você está manejando um rebanho e quer que ele se mova para determinada direção, fica atrás com uma vara e deixa alguns dos animais mais inteligentes irem na frente, movendo-se na direção que você quer que eles se movam. O resto do rebanho segue os mais enérgicos que estão na frente, mas é você quem está realmente guiando lá de trás. É assim que um líder deve fazer o seu trabalho

5 – Represente o papel – Quando Mandela era menino, seu pai cortou a própria calça de montaria e fez uma calça para que o filho tivesse o que vestir no primeito dia de aula. Ele estava determinado a fazer com que seu menino não parecesse um “nativo” incivilizado. Mandela aprendeu a lição. Ele sabia que, às vezes, a melhor forma de ajudar os outros a ver seu caráter é por meio da maneira como você se apresenta. As aparências importam e temos somente uma chance de causar a primeira impressão.

Assim como fingir que se é corajoso pode se tornar coragem real, podemos sentir que nos vestimos como a pessoa que queremos nos deixa mais próximos de nos tornarmos aquela pessoa.

E Mandela estava preocupado com as aparências em uma escala bem maior do que somente que tipo de terno estava vestindo. Ele conhecia o poder da imagem, muito antes da internet e das notícias 24 horas na TV a cabo. “As aparências constituem a realidade”, ele disse certa vez.

Em cada estágio da sua vida, Mandela decidiu quem ele queria ser e criou a aparência – e então a realidade – daquela pessoa. Tornou-se quem ele queria ser

6 – Tenha um princípio essencial – todo o resto é táticaNelson Mandela é um homem de princípios – exatamente um: direitos iguais para todos, independentemente de raça, classe ou gênero. Quase todo o resto é tática. Pragmatista, ele estava disposto a chegar a um acordo, mudar, adaptar e refinar sua estratégia, desde que isso levasse à derrocada do apartheid e a conquista de uma democracia não racial, com “uma pessoa, um voto”. Uma vez que tivesse atingido seu grande objetivo de trazer a democracia constitucional para a África do Sul, abraçaria seu corolário: conseguir a harmonia racial. Tudo o mais era subordinado a esses objetivos sobrepostos. Quando as condições mudam, você deve mudar sua estratégia e sua mente. Não é indecisão, é pragmatismo

7 – Veja o que há de bom nos outros – É extraordinário que um homem que foi maltratado a maior parte da sua vida possa ver tanto o que há de bom nos outros. Mandela começa com a suposição de que você está lidando com ele de boa fé. Acredita nisso, assim como fingir ser corajoso pode levar a atos de coragem real -, julgando que o que há de bom nas outras pessoas melhora as chances de que revelarão o melhor de si. Certa vez, Stengel perguntou-lhe sobre John Vorster, o presidente da África do Sul, simpatizante do nazismo, que endureceu o apartheid e se arrependeu do fato de Mandela e seus companheiros não terem sido executados. “Ele era um sujeito bem decente”, Mandela disse, com total sinceridade. “Em primeiro lugar, era muito educado”. Não é que ele não veja o lado sombrio de alguém como John Vorster; é que ele não está disposto a ver apenas isso. Ele sabe que ninguém é puramente bom ou puramente mal

8 – Conheça seu inimigo – Lutador amador de boxe, Mandela aprendeu com seu treinador, Skipper Molotsi, a importância de conhecer seu adversário e compreendeu que precisava fazer isso na arena política também. Quando estava na prisão, começou a estudar livros de gramática africâner e era caçoado pelos seus companheiros por aprender a língua do opressor, dos brancos. Stengel perguntou a Mandela que razões ele tinha para isso, e ele respondeu: “Bem, é óbvio, porque, como uma figura pública, vocês quer conhecer as duas línguas principais do país, e o africâner é uma língua importante, falada pela maioria da população branca do país e pela maioria das pessoas de cor, e é uma desvantagem não conhecê-la. Quando você fala africâner, entende, vai direto ao coração deles”. Para Mandela, conhecer o inimigo não era apenas uma tática, mas um ato de empatia.

E quando você conquista seu inimigo, ele disse, nunca se vanglorie disso. Não os humilhe sob nenhuma circunstância. Deixe-os, na verdade, salvar as aparências. E então você terá transformado seu inimigo em seu amigo

Por Mariana Bomfim

Fonte – http://www.rhportal.com.br/artigos/rh.php?rh=Nelson-Mandela:-8-licoes-de-sabedoria&idc_cad=2hy5t3po4

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O Bullying no local de trabalho

Diferente do que se imagina, a prática do bullying não ocorre somente dentro das salas de aulas. Também não acontece somente entre alunos: os mais populares e os nerds; ou entre os maiores e os menores.

A prática do bullying, esse comportamento tão eficaz e destrutivo da nossa auto-estima, está presente também entre adultos em seus locais de trabalho. Com pouquíssimas diferenças nas suas definições e muita semelhança nas suas conseqüências, o bullying no local de trabalho pode se tornar um grande pesadelo para muitas pessoas.

O bullying no local de trabalho pode ser definido como:

“A exposição dos trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções, sendo mais comuns em relações hierárquicas autoritárias e assimétricas, em que predominam condutas negativas, relações desumanas e aéticas de longa duração, de um ou mais chefes dirigida a um ou mais subordinado(s), desestabilizando a relação da vítima com o ambiente de trabalho e a organização, forçando-o a desistir do emprego”.

Margarida Maria Silveira Barreto (2000), Médica do Trabalho

O bullying no local de trabalho freqüentemente envolve o abuso ou mau uso do poder. A prática do Bullying inclui comportamentos que intimidam, denigrem, ofendem ou humilham um trabalhador, normalmente na frente de outras pessoas.  A prática do bullying cria sentimentos de impotência no alvo e minimiza o direito do indivíduo à dignidade no trabalho.

È importante lembrar que a prática do bullying é diferente da agressão. Enquanto a agressão pode significar um ato isolado, a prática do bullying requer ataques repetitivos contra o alvo, criando um padrão de comportamento que nunca se acaba.

Outro ponto importante a ser levado em consideração é que chefes “durões” ou “exigentes” não são necessariamente bullies/agressores, uma vez que suas motivações principais são conseguir o melhor desempenho de seus funcionários.

Além disso, muitas situações de bullying envolvem funcionários agredindo seus próprios colegas, ao invés de um supervisor ou chefe intimidando um funcionário.

É muito interessante notar que a prática do bullying no local de trabalho é frequentemente dirigida a alguém de quem o agressor tem medo. O alvo muitas vezes nem percebe que está sendo agredido porque o comportamento pode ser camuflado através de críticas triviais e ações isoladas que ocorrem atrás de portas fechadas.

Alguns exemplos de comportamentos de bullying no local de trabalho:

• Críticas não cabíveis

• Culpar o funcionário sem uma justificativa real

• Ser tratado de forma diferente da sua equipe de trabalho

• Ser alvo de xingamentos

• Ser excluído ou isolado socialmente

• Ser alvo de gritos ou ser humilhado

• Ser alvo de piadas

• Ser constantemente e excessivamente vigiado

Como a prática do Bullying no local de trabalho afeta as pessoas

Alvos da prática do bullying vivenciam sérios problemas físicos e mentais:

• Alto stress; desordem de stress pós-traumático

• Problemas financeiros causados por faltas

• Baixa auto-estima

• Problemas musculares

• Fobias

• Dificuldades para dormir

• Alto índice de depressão/auto-acusação

• Problemas de ordem digestiva/alimentar

Como a prática do Bullying afeta as empresas:

Cada uma das conseqüências citadas acima pode ter um custo muito alto para uma empresa. Os custos da prática do bullying geralmente se encaixam em três categorias:

1. Recontratação de funcionários que saem por serem alvos de bullying.

2. Tempo gasto na resolução de conflitos causados pela prática do bullying: energia é dirigida a assuntos que não dizem respeito à produtividade no trabalho.

3. Gastos relacionados à investigação da prática do bullying e potenciais processos trabalhistas.

A quebra da confiança em um ambiente aonde existe a prática do bullying pode significar que os funcionários não serão capazes de contribuir com o seu melhor desempenho ou dar idéias novas de melhorias ou opiniões sobre fracassos que poderiam ser revertidos de maneira aberta e honesta.

Responda a nossa enquete.

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O ótimo é inimigo do bom

Feliz

Mudar de hábito exige não só motivação para dar a largada, mas também algo que te mantenha firme no caminho. Uma crise pode ser apenas o gatilho, como aquela calça maravilhosa que, ao deixar de servir, te estimulou a começar um regime. Mas esse “acontecimento terrível” que te levou a comer somente salada pode ser eficaz apenas durante algumas semanas, e não durante todos os meses necessários para perder aqueles quilos indesejáveis. A maior evidência dessa perda de motivação com o passar do tempo é o aumento do número de matrículas nas academias no início do verão. Caso semelhante às milhares de promessas feitas no réveillon e que se perdem durante o ano.
Existe uma grande diferença entre ficar motivado e permanecer motivado. As pessoas que conseguiram dar continuidade a um grande desafio não estavam protegidas do medo, da preguiça, da dúvida ou da indisposição. Elas sentiram tudo isso, porém ultrapassaram essas barreiras em prol de uma recompensa maior. E não esperaram uma circunstância mais adequada para aceitar o embate. Concordaram no instante em que “a calça não entrou” . Em outras palavras, não se contentaram apenas com a  contemplação da ideia de mudança, esperando a segunda-feira chegar.

Pequenos atos são importantes para começar uma mudança. É preciso tirar o foco do fim. Enxergue como pequenas vitórias cada passo dado. Cada um deles te dará confiança para encarar o passo seguinte. É importante reconhecer seu progresso. Costumo indicar tarefas de recompensa para esse processo, por exemplo, colocar diariamente o dinheiro que você gastaria com o cigarro no porquinho para no final de seis meses poder se presentear, usando  aquele dinheiro. Faça sempre um planejamento. Estabeleça metas. Marque um horário no final da semana para ponderar o que você conquistou e para planejar o que deseja para a próxima semana.

Não se deixe absorver pela ideia de que cada passo é apenas um pequeno pedaço de algo maior. É preciso curtir cada etapa, cada conquista. Afinal, “Ninguém cometeu um erro mais grave do que quem não fez nada só porque podia fazer pouco”.

Por  Fabiane Gori Curvovoluntariado (1)

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