O ótimo é inimigo do bom

Feliz

Mudar de hábito exige não só motivação para dar a largada, mas também algo que te mantenha firme no caminho. Uma crise pode ser apenas o gatilho, como aquela calça maravilhosa que, ao deixar de servir, te estimulou a começar um regime. Mas esse “acontecimento terrível” que te levou a comer somente salada pode ser eficaz apenas durante algumas semanas, e não durante todos os meses necessários para perder aqueles quilos indesejáveis. A maior evidência dessa perda de motivação com o passar do tempo é o aumento do número de matrículas nas academias no início do verão. Caso semelhante às milhares de promessas feitas no réveillon e que se perdem durante o ano.
Existe uma grande diferença entre ficar motivado e permanecer motivado. As pessoas que conseguiram dar continuidade a um grande desafio não estavam protegidas do medo, da preguiça, da dúvida ou da indisposição. Elas sentiram tudo isso, porém ultrapassaram essas barreiras em prol de uma recompensa maior. E não esperaram uma circunstância mais adequada para aceitar o embate. Concordaram no instante em que “a calça não entrou” . Em outras palavras, não se contentaram apenas com a  contemplação da ideia de mudança, esperando a segunda-feira chegar.

Pequenos atos são importantes para começar uma mudança. É preciso tirar o foco do fim. Enxergue como pequenas vitórias cada passo dado. Cada um deles te dará confiança para encarar o passo seguinte. É importante reconhecer seu progresso. Costumo indicar tarefas de recompensa para esse processo, por exemplo, colocar diariamente o dinheiro que você gastaria com o cigarro no porquinho para no final de seis meses poder se presentear, usando  aquele dinheiro. Faça sempre um planejamento. Estabeleça metas. Marque um horário no final da semana para ponderar o que você conquistou e para planejar o que deseja para a próxima semana.

Não se deixe absorver pela ideia de que cada passo é apenas um pequeno pedaço de algo maior. É preciso curtir cada etapa, cada conquista. Afinal, “Ninguém cometeu um erro mais grave do que quem não fez nada só porque podia fazer pouco”.

Por  Fabiane Gori Curvovoluntariado (1)

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