O SUCESSO NA TOMADA DE DECISÃO ESTÁ NO EQUILÍBRIO

Nada é mais difícil, e por isso mais precioso, do que ser capaz de decidir.

 

 

Uma das formas mais clássicas de avaliar a competência e a capacidade emocional de um líder é através das decisões que ele toma e o impacto gerado por elas. Você também pode avaliar o desenvolvimento da sua carreira pela qualidade e evolução das suas decisões durante o ano. Sem dúvida que escolher entre alternativas até pode ser fácil, mas uma boa decisão inclui a seleção e a formulação de hipóteses.

Quanto maior a empresa mais complexa se tornam as decisões e principalmente, o poder de quem de fato decide. As organizações utilizam-se dos seus valores, das suas crenças para facilitar que os seus profissionais da linha de frente possam decidir de forma mais rápida e segura. Onde há uma empresa de sucesso, alguém tomou alguma vez uma decisão valente. É nos momentos de decisão que o destino da empresa é decidido.

Um ditado popular diz que as reuniões são indispensáveis quando não se quer decidir nada. Muitas vezes ocorre uma grande quantidade de dados e informações que até atrapalham a capacidade de julgar e decidir. Talvez nesse exato momento alguém na sua empresa esta tomando uma decisão errada com base nas informações que custaram muito para se conseguir.
Os três elementos para uma boa decisão são: acessibilidade da informação, utilidade de informação e capacidade e conhecimento do empregado.

Com base na pesquisa com mais de 5 mil profissionais de 20 empresas de diferentes países, foram identificadas 3 grupos:

  • Os empiristas categóricos, 43% dos funcionários, que priorizam a análise sobre o critério, prezam o consenso e põem a análise antes do próprio critério;
  • Os tomadores de decisão viscerais, 19% dos funcionários, que raramente confiam na analise e tomam decisões unilaterais com base apenas na intuição;
  • Os céticos embasados, 38% dos funcionários, que conseguem equilibrar critério e analise, possuem forte capacidade analítica, ouvem a opinião dos outros e estão dispostos a divergir. Esse grupo é o mais bem equipado para tomar boas decisões.

O sucesso na tomada de decisão é um equilibrio entra a intuição e a análise, ter boas informações não é garantia que você vai tomar uma boa decisão. Os céticos embasados conseguem achar esse meio termo entre a emoção e a razão.

E aqui vai uma Dicaduka: Toda decisão que você toma – toda decisão – não é uma decisão sobre o que você faz. É uma decisão sobre quem você é. Quando você vê isso, quando entende isso, tudo muda. Você começa a ver a vida de um modo novo. Todos os eventos, ocorrências, e situações se transformam em oportunidades para realizar o que você veio fazer aqui. Lembre-se: Se você escolhe não decidir, você já tomou uma decisão.


 

Por Professor Paulo Campos

Fonte: http://goo.gl/JGaHj – 23/04/2012

Anúncios
Esse post foi publicado em Saiba Mais. Bookmark o link permanente.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s